Para
melhorar a qualidade de vida de pessoas com paralisia cerebral, a
Medicina tem contado com uma grande parceira: a tecnologia. Nos
últimos tempos, vários dispositivos têm sido criados para
minimizar os efeitos da desordem no dia a dia dos portadores.
Um exemplo é o “The Firefly Upsee”, criado pela israelense Debby Elnatan, mãe de Rotem, um menino que, por conta da paralisia cerebral, não tem os movimentos dos membros inferiores. Com o intuito de ajudar pais e filhos que enfrentam a mesma situação, Debby desenvolveu uma espécie de cinto que prende a criança às pernas de um adulto, propiciando a elas a sensação de andar com seus próprios passos.
Disponível desde o ano passado no site da empresa norte-irlandesa Firefly, o produto tem quatro opções de tamanho - para crianças entre 1 e 8 anos - e custa aproximadamente 450 dólares (cerca de 1.300 reais, no câmbio atual). Especialistas recomendam os pais a consultarem um médico para saber se a criança está apta a usá-lo, dado os diversos quadros da paralisia; porém, ressaltam que o Upsee beneficia a terapia, propiciando aos filhos a chance de ver o mundo de outra forma, além de passar momentos próximos com os pais.
A nova tecnologia permitiu que a menina Isabella Luckett, de 4 anos (foto acima), realizasse o sonho de ser a dama de honra do casamento de sua tia. Isabella havia recebido o convite dos noivos aos 2 anos, na esperança de que até a data da cerimônia ela já pudesse andar sozinha, o que, infelizmente, não ocorreu. Mas bastou os pais conhecerem o Upsee para que Isabella, com a ajuda do pai, pudesse surpreender e emocionar a todos no casamento.
Um exemplo é o “The Firefly Upsee”, criado pela israelense Debby Elnatan, mãe de Rotem, um menino que, por conta da paralisia cerebral, não tem os movimentos dos membros inferiores. Com o intuito de ajudar pais e filhos que enfrentam a mesma situação, Debby desenvolveu uma espécie de cinto que prende a criança às pernas de um adulto, propiciando a elas a sensação de andar com seus próprios passos.
Disponível desde o ano passado no site da empresa norte-irlandesa Firefly, o produto tem quatro opções de tamanho - para crianças entre 1 e 8 anos - e custa aproximadamente 450 dólares (cerca de 1.300 reais, no câmbio atual). Especialistas recomendam os pais a consultarem um médico para saber se a criança está apta a usá-lo, dado os diversos quadros da paralisia; porém, ressaltam que o Upsee beneficia a terapia, propiciando aos filhos a chance de ver o mundo de outra forma, além de passar momentos próximos com os pais.
A nova tecnologia permitiu que a menina Isabella Luckett, de 4 anos (foto acima), realizasse o sonho de ser a dama de honra do casamento de sua tia. Isabella havia recebido o convite dos noivos aos 2 anos, na esperança de que até a data da cerimônia ela já pudesse andar sozinha, o que, infelizmente, não ocorreu. Mas bastou os pais conhecerem o Upsee para que Isabella, com a ajuda do pai, pudesse surpreender e emocionar a todos no casamento.
Outro
exemplo de como o amor pelos filhos contribui para o desenvolvimento
de novas tecnologias é o caso do analista de sistemas Carlos Edmar
Pereira. Ele é pai de Clara, menina de 7 anos, que sofreu paralisia
cerebral devido a complicações no parto. Para suprir as
dificuldades de comunicação com a filha e garantir autonomia na
comunicação para pacientes com paralisia cerebral, Carlos criou um
aplicativo chamado Livox.
Por meio da ferramenta, é possível identificar as sensações do paciente, como fome, medo, felicidade, entre outros. Não obstante, permite ao pai saber o que a criança quer comer, por exemplo, ou qual desenho quer assistir, através da seleção de figuras, textos e vídeos. As respostas são geradas por comando e voz. Através do Livox, ainda é possível aprender a ler e estudar conceitos complexos, como matemática.
Hoje, o dispositivo atende 10 mil usuários e foi eleito recentemente o “Melhor aplicativo de Inclusão Social do Mundo” pela Organização das Nações Unidas. Para continuar seu desenvolvimento, o Livox conta com a ajuda de doações, além do apoio do poder público e privado. Através do site oficial, arrecada doações de tablets que serão repassados a pacientes carentes, vítimas de paralisia cerebral.
Por meio da ferramenta, é possível identificar as sensações do paciente, como fome, medo, felicidade, entre outros. Não obstante, permite ao pai saber o que a criança quer comer, por exemplo, ou qual desenho quer assistir, através da seleção de figuras, textos e vídeos. As respostas são geradas por comando e voz. Através do Livox, ainda é possível aprender a ler e estudar conceitos complexos, como matemática.
Hoje, o dispositivo atende 10 mil usuários e foi eleito recentemente o “Melhor aplicativo de Inclusão Social do Mundo” pela Organização das Nações Unidas. Para continuar seu desenvolvimento, o Livox conta com a ajuda de doações, além do apoio do poder público e privado. Através do site oficial, arrecada doações de tablets que serão repassados a pacientes carentes, vítimas de paralisia cerebral.
